sexta-feira, 22 de março de 2013

A importância da Castração


A importância da Castração nos animais:

Em uma rápida visita pelas áreas mais pobres da cidade, é fácil observar a grande quantidade de animais que vivem nas ruas sem nenhum tipo de proteção. Essa superpopulação de animais carentes, decorrente da reprodução desenfreada, será, em poucos anos, um dos maiores problemas urbanos do Brasil, não só pelo aspecto humanitário, mas também pelo de saúde pública.

O animal que vive na rua só tem como opção de comida o lixo, e de bebida a água suja do meio-fio. Ele contrai e transmite doenças, adquire bicheira, ferida, sarna, carrapato, pulga.  Sofre maus-tratos, sente frio, fome, medo e tristeza. Se for fêmea, duas vezes por ano estará prenha e parindo os filhotes em qualquer barranco ou buraco. Esses filhotes darão início a uma sobrevida na rua e, em 6 meses, os filhotes do sexo feminino estarão parindo novas ninhadas. A cria de uma única cadela cresce numa curva exponencial. Em 6 anos, ela pode ter mais de 40 mil filhos, netos e bisnetos. Infelizmente precisamos considerar que a maior parte morrerá atropelada ou de alguma doença.


A cirurgia de castração, ou pan-esterectomia, é a única solução definitiva para esse triste problema e não tem contraindicações. Ela é feita em cães e gatos, fêmeas e machos, para impedir que se reproduzam sem controle. Nas fêmeas, consiste na retirada do útero, trompas e ovários. Nos machos, na retirada dos testículos. É uma cirurgia simples e de rápida recuperação, desde que feita por um veterinário capacitado e responsável. É utilizada anestesia geral, e o animal não precisa ficar internado. Após uma semana, ele deverá estar plenamente recuperado. No caso da fêmea, a castração é recomendada antes do primeiro cio. A esterilização não altera o estado comportamental do animal e previne doenças que podem ser fatais. Portanto, castre seu pet de estimação e proteja a saúde dele.


Algumas vantagens:


Fêmeas:


O cio deixa de ocorrer, não há mais sangramento;

A fêmea deixa de atrair machos e procriar;
Diminui o risco do câncer de útero;
Evita a piometra, grave infecção uterina;
Diminui o risco de câncer nas mamas;
Elimina a gravidez psicológica, presente em algumas fêmeas após o término do cio;
Evita a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural e catarata juvenil.

Machos:


É mais simples do que nas fêmeas;

O animal tende a ficar menos agitado, mas não perde a bravura. Ele continua guardião da casa e da família;
Acaba com os latidos, uivos e miados excessivos que ocorrem por ocasião do cio;
Diminui o hábito de cães e gatos de marcar território. A urina dos gatos também perde o odor forte e desagradável;
Diminuem o estado de excitação e o risco de fuga atrás de fêmeas no cio;
Diminui drasticamente o risco de câncer nos testículos, na próstata e tumores anais;
Evita a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural e catarata juvenil.


Fonte: Equipe Ação Animal

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